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Wednesday, December 18, 2013

Natal para todos

Boas festas para todos, que todos merecem e não apenas alguns...
Quanto a mim, este ano já tive o meu presente no sapatinho : fico feliz por a cirurgia ter sido um exito e acredito que o mal foi eliminado à nascença e só posso desejar que todos os que passam por isto , passem tão bem quanto eu. Apesar das sequelas que ainda tenho, as limitações que ainda me assolam.
Avec le temps, tout s'en va...tout va bien ...

Monday, December 24, 2012

Reinventar o NaTaL

.No primeiro dia, o presente seria fazer as pazes com alguém. No segundo, tornar a vida de uma outra pessoa mais alegre. No terceiro, nada de implicar com as crianças nem de reclamações (isto vale para elas também ..ah, e para seu parceiro também!) No quarto dia, faça uma cesta com coisas gostosas e entregue num asilo ou num orfanato. No quinto dia, sorria para todo mundo que cruzar o seu caminho.e por aí vai, que ideias para ser gentil é que não faltam, não é?

O que você adora no Natal?
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Muitas vezes, fazemos as coisas apenas por hábito ou porque sempre fizemos daquele jeito e mudar traz uma sensação esquisita de desconforto. Ou, ainda, mantemos tradições nas quais não acreditamos só porque "todo mundo faz" e não queremos ser diferentes. Mas não existe melhor época do que agora para avaliar o que realmente faríamos com o Natal se fôssemos nós os inventores da festa. Nem todos os lugares do mundo comemoram o Natal da mesma forma. Existem tradições em outros países que talvez respondam de modo mais sincero aos desejos do nosso coração. Penso, por exemplo, nas Missas do Galo das pequenas aldeias portuguesas ou no hábito que ainda perdura em muitas cidades do sul da França de deixar a mesa posta com as sobras das iguarias da ceia do 24 para os anjos e os ancestrais se deliciarem, enquanto a família dorme. No dia seguinte, a toalha é dobrada em uma trouxa com todas as comidas e entregue num asilo ou num orfanato ou, então, vai alegrar o almoço de alguma família mais necessitada. Era assim na casa da minha avó e até hoje gosto de pensar que quando todos dormem, os espíritos dos antepassados se reúnem para beber e comer, se alegrar e, talvez, encher de bençãos a mesa dos vivos.

Reinventar o Natal é um grande desafio.
Mas se não tivermos coragem de fazer isto nas nossas casas e nas nossas almas, talvez, em alguns anos, ninguém consiga mais reconhecer atrás da avalanche de pacotes o autêntico Espírito de Natal, feito de compartilhar afeto e agradecer pelas bençãos que sempre recebemos do Papai Noel!  por Adília Belotti