en los rosales trasnochados,
que olvidándose del mundo esclavizado por el sol,
florecen en las sombras...
Quiero aromarme en la humedad
de aquella noche augural de estío
que puso tu corazón tan junto al mío...
Lograr desentrañar aquella historia
escrupulosamente oculta...
Arrugar esa carta que quizás escribiste.
Redescubrir tu rostro original
y dibujar apresuradamente en un papel
que pudo provocar aquel romance adolescente...
Intentar enhebrar un poema inolvidable,
con versos cuyos verbos no conjugo.
Robar la mágica caricia del rocio
y la indulgente sonrisa de los ángeles ...
la canción que alguna vez cantó,
tras su romance de ilusión, un cisne altivo...
Encontrarte definitivamente en el febril
laberinto de mis sueños.
que probable e increíblemente...
nunca has existido..
Um poema de Rodolfo aqui , que me trouxe muitas memórias... que talvez nunca tenham existido ...


As memórias não necessitam que evoquem factos reais.
ReplyDeleteTemos as memórias bem vivas das nossas nostalgias, até do que inalçançamos!
Muito belo e muito sugestivo:-)))
ReplyDeleteGracias amiga, que honor figurar en tu página tan destacada por su delicadeza y buen gusto. Una vez más ...Gracias!
ReplyDeleteBeijos
mfc
ReplyDeletenão sei se é nostalgia, se foram apenas factos, se a memória e a idade deturpam os acontecimentos.
Realidade é que muitas questões ficaram sem resposta ...
justine
ReplyDeleteo poema é belissimo , a história também o foi...
Rodolfo
ReplyDeleteGracias a ti que escreveste um poema tão belo e que me fez evocar outros tempos ...
Lindo o poema. E a noite...existiu.
ReplyDeleteBom dia Greentea.
Lindo o poema. E a noite...existiu.
ReplyDeleteBom dia Greentea.
Poema emocionante.
ReplyDeleteAté nos faz arrecuar no tempo!...
Bj
Muito belo e romântico!
ReplyDeleteBjs
outras memorias que nos reavivem as nossas.
ReplyDeletebeij