de olhar as casas antigas de granito, muitas delas a ser agora recuperadas
mas fico deslumbrada com estes amores perfeitos que espontaneamente nascem entre os paralelipipedos de granito, sobrevivendo a cada Inverno, à neve , à geada, à intempérie,
e transplantei-os para o meu jardim .
Assim , tenho o dois-em-um :
recordo a aldeia e mantenho os amores-perfeitos

Qual é a aldeia?
ReplyDeleteÉ muito bonita...
Já tentei plantar amores-perfeitos aqui e não pegam. Porque será????????????????????????
ReplyDeleteclaro q é bonnita , pinguim...
ReplyDeleteou não fosse uma qualquer aldeia tipica da zona da Guarda!
Pitanga
ReplyDeleteé calor a mais talvez; apanhei estes no domingo já floridos e transplantei-os na 2ª feira , juntamente com astromerias que tb trouxe de lá.
Não me lembro de ver amores perfeitos em Africa - talvez não sobrevivam nesses ambientes...
Tudo belíssimo: as pedras e as casas, a resistência e encanto das flores, o teu texto de quase-homenagem!
ReplyDeleteAi que acho que já andei por estas ruelas! Ainda o "perfume" não andava comigo.
ReplyDeleteJUSTINE
ReplyDeletenesta época as ruas enchem-se de amores perfeitos miudinhos, selvagens ... uma beleza; no verão há tufos de "boas-noites" por todo o lado com o seu perfume caracteristico .
Pitanga
ReplyDeletee não enterraste nenhum saltinho nos paralelipipedos?
há tempos fui lá a um casamento e ia de sapatinho afiambrado, saltinho alto como manda a lei e por aquelas bandas vai-se a pé até à igreja - é uma cena, claro!
Não! Era Verão e eu tinha short, camiseta e sandálias rasteirinhas.
ReplyDeleteEstava vestida à turista. hehehe