Monday, March 23, 2009


testo retirado daqui

Este post é real e por isso um grito de alerta. Requer a vossa ajuda; espero puder contar convosco, pois todos juntos conseguiremos mudar esta realidade.
O texto aqui publicado foi-me enviado por uma colega, que é amiga da pessoa que vê os maus tratos aos cães.
"Na Av Pedro Alvares Cabral, Nº 12 R/C Esquerdo, 2635-384 Rio Mouro reside um casal que tem três cães e gatos num terraço. O senhor deixa os cães ao frio, à chuva e ao calor sem água nem comida, a maior parte das vezes.
Como os cães passam muitas horas sem ir à rua acabam por fazer as necessidades no terraço, como castigo o senhor bate-lhes com a mangueira, fecha-os e molha-os directamente com a mangueira, mergulha-os em água fria... e deixa-os sem comida; as maiores barbaridades que possam imaginar.
Conseguem imaginar o que é viver num prédio e assistir a tudo isto diariamente?Não sou a vizinha do senhor, mas sim uma amiga que já fez várias queixas e sofreu represálias, por isso me solicitou que a ajudasse.
Por favor façam qualquer coisa.
Enviei um mail para a Liga dos animais, outro para o programa nós por cá. Alguém do programa, ligou para a Liga que me telefonou a dizer para entrar em contacto com a Veterinária da câmara. Já o fiz várias vezes, deixei mensagem mas nunca ninguém me atendeu o telemóvel nem ligou de seguida.
Neste momento o senhor acabou de bater com mangueira nos cães, molhá-los e deixá-los sem comida, ficarão assim até que lhe apeteça. Para ter a certeza que não saem dali, encostou a porta da casota contra a parede, assim, não têm luz, água, comida; ficarão assim até que ela apareça, às vezes estão 2 ou 3 dias sem aparecer.
Será possível que ninguém possa fazer nada?é preciso retirar os animais a este senhor."
Este foi o mail que a minha colega enviou para diferentes entidades. Está cansada e exausta, a sua amiga, que assiste às torturas, também; as entidades oficiais dizem que só lá podem ir com mandato; enfim o normal em democracia.
Entretanto os animais sofrem
O meu papel aqui é pedir a vossa ajuda: enviem mails, telefonem para SEPNA, PSP, Veterinário, etc... qualquer coisa mas que surta efeito e que os animais sejam retirados. Se começarem a chover denúncias a pressão será maior e pode ser que se resolva a situação.
Claro que me sinto assustada, já me ocorreu que o dito "Animal" pode retirar os cães e escondê-los ou torturá-los mais, pois é um desequilibrado, mas devemos correr o risco e tentar.
Tanto a minha colega como a sua amiga não se podem identificar pois têm medo de represálias, mas o que importa é resolver a situação.
Obrigada pela vossa ajuda
Canil Sintra:
Contacte–nos através do Tel. 219238816 / Fax. 21 9247158
Estamos abertos das 9H00 às 12H30 e das 14H00 às 16H30
Av. Almirante Gago Coutinho 2710 – 554 Sintra
(Estrada de Mem Martins, Ouressa à Portela de Sintra – Zona Industrial)
Não havendo disponível mail do gabinete veterinário, deixo o geral da Câmara Municipal: geral@cm-sintra.pt
NOTA: A Liga Protectora Animais Ligou à minha colega, remetendo o caso para a Câmara Municipal de Sintra

Thursday, March 19, 2009

Vivam os Deficientes!




Madalena tinha papéis a tratar na Segurança Social. Informou-se e foi ao numero 4 da Av da República em Lisboa, tirou a senha , por volta da uma da tarde , confirmou que era ali mesmo que tinha de tratar aquele assunto e aguardou a sua vez com mais de 90 pessoas à sua frente. Tinha comido qualquer coisa à pressa na Pastelaria do outro lado da rua, foi dar uma volta a pé mas não estava com paciencia para ver montras nem shoppings...


Sentou-se e apreciou a morosidade dos funcionários, a lentidão com que se passeavam pelo espaço exíguo ou a hostilidade com que carregavam no número do "paciente" seguinte ... Às 4 horas lá chamaram pelo 196: "Isto não é aqui... tem de ir à Av Estados Unidos. 39 e se não fôr lá , é em frente, no outro prédio, no 5º andar"...


Lá foi, nas corridas contra o trânsito, os sinais vermelhos, o estacionamento, o parquimetro, mas chegou a tempo de um funcionário lhe exigir a identificação e ao que vinha.


Subiu ao tal 5º andar onde se via um letreiro :


Bater à porta e esperar


Bateu e esperou. Apareceu uma senhora com deficiencia da fala mas que logo lhe explicou tudo o que tinha a fazer e que era bem simples . Afinal , bastava mandar um fax a pedir a tal Certidão, coisa simples! Mandavam pelo correio ou podia telefonar a saber quando estava pronta e vir buscar. A senhora com deficiencia da fala explicou-lhe tudo , deu-lhe todos os números de fax e telefone para onde deveria ligar, foi correcta e agradável, eficiente, enfim.


Ah! que bom seria se fossemos sempre assim atendidos, mesmo por funcionários que têm algumas limitações na dicção , mas que têm gosto no trabalho que fazem e certamente um profundo respeito pelo público que os procura.




Vivam os DEFICIENTES!

Thursday, March 12, 2009

Alma Animal


A Questão Espiritual dos Animais aborda com muita clareza o tema, relatando, inclusive, uma experiência bastante interessante sobre a reencarnação de um animal. Particularmente, ainda não tive nenhuma experiência a respeito deste assunto, mas não descarto a possibilidade de que meu ceticismo anterior tenha contribuído bastante para isso, embora meu marido, mais cético que eu mil vezes, amante incondicional de animais e pai fervoroso de alguns, já tenha tido algumas vivências a esse respeito, isto é, com nossos animais já falecidos.
Acontecimentos que não soube explicar nem pra si próprio! Na realidade, é muito comum que as pessoas duvidem que os animais tenham uma alma e, que, como nós possam reencarnar, porém o mais difícil e por que não dizer o mais inacreditável é que nenhuma delas foi, até hoje, capaz de provar a não existência da Alma Animal. Assim, resolvi que a história verídica abaixo, narrada pelo Ferreira, amigo meu, merecia ser exposta a todos para que possamos, aos poucos, nos conscientizar de que não somos os únicos privilegiados, de que os animais, até mais do que muitos de nós merecem o céu, sim! “A madrinha de meu irmão, D. Hilda Hidelgar, um dia adoeceu e foi para o hospital, onde entrou em coma.
Os animais de D. Hilda, vários cães, ficaram sem comer, abatidos. Um dia, meu pai foi chamado ao hospital, pois os médicos haviam desenganado D. Hilda e queriam desligar os aparelhos.
Chegando lá, meu pai foi ao quarto dela e, foi um corre-corre danado de enfermeiras e médicos, D. Hilda estava acordada, o que causou imenso reboliço! Meu pai perguntou a D. Hilda se estava tudo bem, ao que ela respondeu: - Sim, tudo bem! Eu estava com os meus cachorros que já morreram e estava matando as saudades, mas aí, os outros vieram em meu quarto dizendo que estavam com fome. Então, eu preciso ir para casa para dar comida a eles.” Para muitos, certamente, haverá uma explicação “racional” para o fato de ter sido mencionado que os seus cães entraram em seu quarto e “disseram” que estavam com fome, mas como explicar que D. Hilda, mesmo estando internada e inconsciente soube exatamente o que se passava com os seus animais em sua ausência na casa?
Como os cães de D.Hilda, conseguiram dizer para a sua dona que estavam com fome? Pois é... se já é difícil para alguns aceitar que os animais tenham uma alma e que podem reencarnar, imaginem aceitar que possam se comunicar como nós?
Até hoje, a ida do homem à lua é questionada e, aconteceu! D. Hilda ainda viveu muito e, acredito feliz. Foi uma privilegiada, fez uma viagem onde pôde matar as saudades de seus animais já falecidos e ainda pôde ouvir de seus animais vivos que estavam com fome, vai saber...
Nós, humanos, precisamos abaixar muito a nossa “crista” e reconhecer que não somos os únicos a fazer parte da criação divina. Devemos ter a hombridade de lutar pelo não sofrimento dos animais, pois ainda virá o dia em que, boquiabertos, assistiremos novas realidades comprovando a existência da Alma Animal,
quem sabe?

FÁTIMA BORGES
Colunista do site GREEPET. Professora de Português, Artista Plástica, Poetisa e Vice-presidente da ong DAAJ – Defesa Animal e Ambiental com Apoio Jurídico. Artista Plástica, Poetisa, Professora de teatro infantil e de português. daqui
obrigada , marian

Monday, March 9, 2009

21 anos






Chegáste sem ser anunciada, numa noite em que teus pais entoaram hinos de rouxinol e trocaram abraços e murmúrios, levantando voo com um destino que nunca antes tinham conhecido. Bem depressa aquela barriga começou acrescer, vigiada pela mão terna do teu pai e pelo olhar atento do doutor. Mais logo, deste o teu grito de alerta e chegáste ao mundo, com um olhar de tudo querer saber o que te rodeava.
Recusáste biberons e tua mãe te amamentou durante muitos meses até que aceitáste provar uma papa , depois uma sopa ...
Foste crescendo , aprendeste a andar, a comer sozinha, a amar os animais que tinhas em casa, a respeitar o ambiente, a regar as flores do jardim.








Foste à escola, aprendeste as letras e os números, sempre foste uma excelente aluna, àvida de aprender, de fazer , de descobrir. Ainda ontem , o teu primo Diogo, dez anos mais velho, te convidava para ir num Mini até Londres e tu encantada com a ideia - atravessar a Europa , o Canal da Mancha, acampar, fazer um roteiro cultural, aventura ...
Tal como quando vais com os teus outros primos, nas rotas dos jeeps, nos todo-o-terreno ou simplesmente te ofereces para fazer vigilância contra os fogos ou organizas a quermesse das rifas lá na aldeia , para ajudar a construir o Centro de Dia para os Idosos.
Parece que foi ontem.
Passaram 21 anos . Mas são memórias que nunca mais se esquecem.

Friday, February 13, 2009

além de falante meu cão era zen


Ah se o meu cachorro soubesse falar
eu passaria horas com ele a conversar sobre a minha vida,
e ele,com toda paciencia,ficaria a me escutar,
e depois,num gesto amigo,me lamberia.
As noites de insônia não me atormentariam jamais,
pois discutiríamos sobre a beleza das estrelas no céu,
e outras cousas que não me recordo mais.
Não me importaria se fosse ele grande ou pequenino,
desde que dividisse um pouco de si comigo,
contando-me histórias sobre o universo canino.
E ao amanhecer,todo contente me falaria,
que melhor dono no mundo não existiria!
Além de falante o meu cão seria zen.
Teria sempre alguma palavra sábia a dizer,
que contaria a mim e a mais ninguém!
Não que fosse ele egoísta,ou quisesse algo esconder,
mas apenas em mim o animal confiaria.
Ao fitar seus olhos envolventes
eu de todo me entregaria,
numa cumplicidade sem igual,jamais vista anteriormente.
E a cada sílaba proferida,eu cada vez mais me orgulharia,
do cão meu tão singular,
que pelo resto da vida me amaria.
Ah se o meu cachorro soubesse falar,
se acabaria,enfim,a minha melancolia.
Ah,se ao menos um cão pudesse me amar.


enviado pela violeta

Wednesday, February 11, 2009

Monday, February 2, 2009

Living Library


Se ler um livro é uma forma de expandir os horizontes, ouvir um livro pode ser um jeito de acabar com o preconceito. Na Living Library (Bilblioteca Viva), é possível ouvir histórias, experiências de vida, pontos de vista. Porque os livros são pessoas, que tomamos emprestados por alguns minutos para conversar – “livros vivos”, que têm títulos como “mulher muçulmana”, “senhor cego”, “jovem imigrante”, “ex-presidiário”. Pessoas que, por causa dos estereótipos, sofrem com a discriminação e o preconceito. Foi para tentar transformar essa realidade que nasceu a Living Library, um projeto criado na Dinamarca, em 2000, por um grupo de jovens da ONG Stop the Violence. A ideia é simples: uma biblioteca com um “catálogo” de pessoas disponíveis para conversar com leitores dispostos a ouvir e a enfrentar os próprios preconceitos. “Porque você usa o véu?”, “O que levou você a cometer um crime?”. O leitor pergunta, o livro responde e, então, se estabelece um diálogo, que pode ser o primeiro passo em direção a uma sociedade mais tolerante. Os “livros vivos” são voluntários, assim como as pessoas que trabalham na biblioteca, que, além de viva, também é móvel, no sentido de que pode ser organizada por algumas horas em bibliotecas públicas, escolas, feiras e instituições. Da Eslovênia ao Japão, do Canadá à Turquia, a Living Library já se espalhou por mais de 20 países e foi reconhecida pelo Conselho da Europa como um instrumento de promoção dos direitos humanos. Em Portugal ou no Brasil, ainda não foi montada a biblioteca viva, mas quantos “livros vivos” não vivem perto de você, esperando uma aproximação, uma palavra, uma conversa?